sábado, 28 de junho de 2008

C.F.A. II


Um começo pra mim sempre é imprevisível, mas o final... - Ah! No final eu sempre Caio (nos dois sentidos da palavra).


"Andei pensando coisas. O que é raro, dirão os irônicos. Ou "o que foi?" - perguntariam os complacentes. Para estes últimos, quem sabe, escrevo. E repito: andei pensando coisas sobre amor, essa palavra sagrada. O que mais me deteve, do que pensei, era assim: a perda do amor é igual à perda da morte. Só que dói mais. Quando morre alguém que você ama, você se dói inteiro(a)- mas a morte é inevitável, portanto normal. Quando você perde alguém que você ama, e esse amor - essa pessoa - continua vivo(a), há então uma morte anormal." Caio Fernando Abreu

2 comentários:

Gabí disse...

bah...
realmente né...
pura verdade isso amiga!
mas que nada, a vida é assim, cheia de surpresa, nada acontece por acaso, e tudo que acontece tem uma razão!
vai saber agora qual é!

teamo!

Anônimo disse...

Você escreve muito bem. E não estou me referindo apenas a este texto obviamente, mas a todos os outros que li. Parabéns pelo conjunto da obra!
Marcelo.